17 / 05 / 2012
RSS

Criar e enviar um e-mail marketing pode garantir o sucesso do seu E-commerce. Transmitindo informações de forma prática e rápida, o e-mail marketing é mais uma forma de interação entre a loja virtual e os clientes, garantindo que o nome da empresa mantenha-se na memória dos consumidores.

Todavia, o envio de e-mails marketing ultrapassa a simples ação de criar um e-mail e enviar para um grupo de destinatários. O e-mail marketing necessita de planejamento para o seu objetivo ser concretizado. Confira algumas dicas para otimizar a prática de e-mail marketing:

• Cuidado para não se igualar ao Spam: não envie vários e-mails seguidamente. Desse modo, o provedor irá barrar as mensagens e, ao mesmo tempo, o cliente terá uma má impressão da empresa.

• Certificação: aposte na certificação da empresa. Ao identificar sua empresa como certificada o envio do e-mail torna-se mais ágil e as etapas a serem preenchidas diminuem.

• Comércio irregular de bases de contato: há fornecedores que oferecem às empresas um grande pacote de contatos, garantindo que suas mensagens não serão consideradas spams, pois serão enviadas por um IP diferente. Todavia, o provedor identifica tais e-mails como spams, mesmo quando possuem IP diferente do IP da empresa. Assim, aos poucos, o relacionamento com os clientes estará comprometido, até, finalmente, chegar ao fim.

Desse modo, para tornar a prática de e-mail marketing eficaz, a empresa não deve somente conquistar diversos clientes, ela deve fidelizá-los. Escolher o caminho considerado mais “fácil” trará más resultados para a loja virtual. E-mail marketing requere cuidado e tempo, os resultados serão colhidos em longo prazo.

 

Fonte: E-commerce News

 

Continue conectado ao blog da BioStore!

Observar o comportamento dos clientes no processo de realização de uma compra é imprescindível para confirmar o efetivo funcionamento da loja virtual. No planejamento de uma loja virtual, primeiramente, é necessário refletir sobre os fatores que levam os clientes a não efetuarem a compra de determinado produto e transformar os possíveis problemas em soluções.

Os motivos que levam um cliente a não realizar uma compra são diversos, porém podem ser sintetizados nos seguintes:

O cliente não conseguiu chegar ao produto: a loja virtual deve oferecer todos os recursos para o cliente encontrar o produto que deseja, fazendo constantemente uma ligação com a usabilidade do site;

Ofertas convincentes: seu site de E-commerce deve disponibilizar ofertas que convençam o cliente. Todavia, ofertas em excesso podem transformar o desejo de compra do cliente em uma indecisão e frustação por não conseguir escolher o produto correto. A loja virtual deve agir como guia de compra do cliente;

Informações detalhadas: se o site não disponibiliza todas as informações necessárias referentes ao produto e às formas de pagamento, o cliente irá desconfiar da confiabilidade da empresa e do produto, além de temer por sua segurança. Os detalhes sobre o produto e as etapas necessárias para a realização da compra devem estar dispostas de forma estratégica no site, sendo de fácil visualização ao cliente;

Etapas da compra: o cliente não realizará a compra se os estágios para a compra de um produto for complicado ou de difícil entendimento. A loja virtual perderá clientes caso eles precisem ler um manual de instruções para poder comprar um produto;

Métodos de pagamento: um problema de difícil solução. A loja virtual deve apresentar métodos de pagamento que garantam uma efetiva compra. O cliente poderá ter encontrado o produto certo, com uma ótima oferta, porém não realizará a compra caso não encontre uma forma de pagamento que lhe agrade.

Todos os fatores apresentados estão ligados com a usabilidade do site. O objetivo da loja virtual não é fazer o cliente pensar em como deve chegar a determinado produto ou como conseguirá realizar sua compra. A estrutura da loja virtual é fundamental, pois os clientes não gostam de perder tempo na navegação do site ou na busca de um produto.

Previna problemas no seu e-commerce: melhore a usabilidade do seu site e conquiste clientes!

 

Fonte: E-commerce News

 

Mantenha-se conectado ao blog da BioStore.

O Mobile Commerce, também conhecido como M-commerce ou Comércio Eletrônico Móvel, trata-se da realização de negócios através de dispositivos móveis, como os celulares. Com o avanço das tecnologias, o surgimento de novas formas de propaganda e o aumento da concorrência, o M-commerce tornou-se popular entre as empresas e lojas virtuais magento brasileiras, atingindo um grande sucesso no Brasil.

O Comércio Eletrônico Móvel surgiu em 1997, em Helsinki, capital da Finlândia, quando dois celulares foram habilitados em máquinas de venda automáticas da Coca-Cola – as máquinas aceitavam pagamentos via SMS. Desse modo, as empresas aproveitaram mais uma estratégia de marketing para seus negócios.

Conforme a pesquisa Global Consumer Survey, realizada pelo MEF (Mobile Entertainment Forum), 79% dos brasileiros já utilizou algum dispositivo móvel para fins de comércio, colocando o Brasil no topo das pesquisas e comprovando o sucesso do M-commerce no país. A Global Consumer Survey mede o uso do celular em algum momento do processo de compra, desde a busca por informações até a compra efetiva.

Apesar do evidente sucesso do Mobile Commerce, a tendência é que ele comece a deslanchar no Brasil em 2012, pois a MEF afirma que os serviços financeiros pelo celular, como mobile banking e mobile payments, ainda são desconhecidos por mais da metade da população da América Latina.

Desse modo, para o M-commerce ter condições de desenvolvimento, a MEF irá trabalhar em parceria com o ASCX9 (comitê técnico americano que cria padrões para o setor financeiro), com o objetivo de criar padrões de segurança e privacidade nas compras realizadas através de celular.

Enquanto alguns avanços não são realizados no M-commerce, as empresas continuam a se beneficiar dessa estratégia de comércio, expandindo suas ações para além do E-commerce.

 

Fonte: E-commerce News e IDG Now!

 

Continue acompanhando o blog da BioStore para maiores informações.

A nova empreitada do Google, o projeto social Google+ (ou Google Plus), veio como resposta ao sucesso incontrolável do Facebook. A rede social é um projeto arriscado, ainda em fase experimental, focado no compartilhamento de informações em tempo real, ininterruptamente interligado aos outros serviços disponibilizados pela empresa.

Valorizando a usabilidade, por apresentar uma interface limpa e um software que permite ao usuário alcançar suas metas de interação com o sistema, o Google+ foi lançado no dia 28 de junho de 2011, apresentando um início similar ao do Orkut – para garantir o seu acesso à rede social é necessário receber um convite via e-mail de algum usuário.

O projeto social do Google já possui usuários conhecidos, como o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, e os criadores do Google, Larry Page e Sergey Brin.

Confira algumas características da rede social:

Tela inicial do Google+

 

• Círculos do Google+: nova aposta do Google, você pode controlar o quê e com quem você compartilha suas fotos, vídeos e mensagens de texto através de círculos de pessoas, ao invés de selecionar pessoa por pessoa para compartilhar informações.

• Stream: fluxo de informações compartilhadas pelos seus círculos ou círculos estendidos (amigos de seus amigos).

• Barra do Google+: barra situada no topo da página. Através dela você se mantém conectado com outros serviços da Google e controla sua conta na rede social. Você visualizará seu nome ou e-mail com um avatar do lado. Se desejar, poderá alternar a utilização de outras contas.

• Hangouts: ferramenta que permite a interação com seus círculos, através de chat, bate-papo por vídeo ou da maneira que você preferir.

• Sparks: a ferramenta disponibiliza artigos conforme seus interesses. Ao entrar na sessão de Sparks pela primeira vez, o usuário deve selecionar ou procurar seus interesses, como, por exemplo, moda, filmes, quadrinhos, entre outros. Após selecionar seus interesses, o usuário poderá visualizar artigos e notícias relacionados ao que escolheu.

• Botão +1: o objetivo do botão é mostrar publicamente o que o usuário gostou, concordou ou recomendou. Você pode encontrar o botão +1 dentro do Google+ ou em outros sites da web. Ao clicar no botão +1, o que você gostou vai para a guia +1, onde estão armazenados os seus cliques. Você pode personalizar a visualização da sua guia +1.

• Chat: você pode realizar chamadas de voz ou vídeo, adicionando quantas pessoas desejar, e personalizar quais de seus círculos podem lhe ver on-line. Também está disponível um chat similar ao Google Talk.

 

O Google+ está em fase de testes, porém, em pouco tempo, ele poderá se tornar mais uma ferramenta útil para as atividades relacionadas ao e-commerce, além de competir gradativamente com outras redes sociais, conquistando internautas, empresas e consumidores.

Agora só nos resta esperar os próximos acontecimentos para ver se o “projeto social” que cresceu 350% em seis dias irá alcançar ou ultrapassar o sucesso do Facebook.

Para mais informações e notícias relacionadas às redes sociais, loja virtual, e-commerce e magento, mantenha-se conectado no blog da BioStore!

 

Fonte: Globo.com e Tech Tudo

Muitas empresas ainda não aderiram ao mundo virtual como forma de contato entre a organização e seu consumidor. O que elas não sabem é que estão perdendo para aquelas já garantiram sua presença virtual e estão interagindo com seus clientes seja através dos sites, das redes sociais ou até mesmo de blogs.

Em seu artigo no Computer World, Erica Saito desvenda alguns dos mitos pelos quais as empresas não implementaram ainda suas presenças online. Confira:

1. Não sei como poderia usar o meu website

Um bom site comercial pode favorecê-lo de muitas formas. Para começar, pode, por exemplo, ajudá-lo a apresentar uma imagem mais profissional e sólida do seu negócio. O website é uma ótima maneira de manter contato com os clientes, divulgar informações sobre seus produtos e soluções e vender produtos online. Pode ser seu primeiro ponto de contato com clientes atuais e potenciais, investidores e até mesmo as pessoas que você deseja contratar. Pense no seu site como um cartão de visita em ação 24 horas por dia, sete dias por semana, associado à presença de sua marca em redes sociais.

2. Minha organização é pequena demais para ter um website

Uma pequena empresa que se equilibra entre “tentar alcançar um número suficiente de pessoas para fazer o negócio crescer” e “dar conta do trabalho atual” é uma boa candidata a ter um website.

Vamos imaginar que um designer seja proprietário de uma loja de móveis com uma bela seleção de armários, mesas, gabinetes, sofás e produtos do gênero. Como a loja não está localizada no coração da cidade e o proprietário está ocupado criando projetos e recebendo as mercadorias confeccionadas para seus clientes atuais, ele não sabe o que fazer para prospectar sua próxima leva de clientes.

Por coincidência, está acontecendo uma exposição na cidade e o designer desembolsa uma grande soma de dinheiro por um estande para exibir seus produtos. Muitas pessoas conhecem e gostam dos seus projetos, mas não estão preparadas para tomar uma decisão de compra imediatamente.

Se o proprietário da loja de móveis tivesse um website onde seus trabalhos fossem exibidos regularmente, ele poderia passar o endereço do site a pessoas interessadas e transformá-las em clientes através desses contatos.

O dono da loja de móveis também poderia usar seu website para manter contato com os clientes já existentes, informando-os sobre seus novos projetos. Além de receber e responder dúvidas de clientes a respeito de atualizações.

3. Não tenho conhecimento profundo de tecnologia

Você não precisa conhecer tecnologia a fundo para que sua organização tenha um website.

Um site, em sua forma mais simples, pode ser um folder da sua empresa na Internet. As páginas deste folheto digital são chamadas de páginas web.

Depois que você decide qual conteúdo deseja colocar nas páginas web e o que você quer que o seu website faça pelo seu negócio, um webdesigner pode ajudá-lo a criar o site.

Há também algumas ferramentas online para desenvolvimento de websites que são fáceis de usar. Com essas ferramentas, você pode criar um site simples em um curto espaço de tempo.

Depois disso, é hora de colocar o website para funcionar na Internet. Nesta etapa, você trabalha com uma empresa de hospedagem. Além de tornar o site disponível na Internet, a empresa de hospedagem ajudará você a adquirir e registrar um endereço na web (nome de domínio) para seu website. Este endereço na web torna o site acessível em praticamente qualquer lugar do mundo. A escolha certa do nome de domínio aumenta sua visibilidade na Internet.

4. Não tenho verba para pagar por um website

É importante ter em mente que o custo inicial de montagem de um site é um investimento. Entretanto, qualquer negócio adicional gerado pelo site deverá ser suficiente para pagar os custos contínuos de manutenção.

Existem custos básicos que você, como proprietário de um negócio, precisará levar em conta para ter e manter um website.

- Nome de domínio e hospedagem do seu site

Para registrar um nome de domínio você pode visitar o website de um distribuidor autorizado, como os muitos parceiros da VeriSign. O período mínimo de registro de um nome de domínio é de um ano.

Há muitos tipos de planos de hospedagem disponíveis. Você pode visitar o site de um distribuidor autorizado para obter detalhes e custos de um plano de hospedagem.

- Design do seu site

O custo de projetar e desenvolver o website dependerá das suas necessidades. Existem ferramentas online fáceis de usar para construção de sites. Com essas ferramentas, você pode criar um website simples em um curto espaço de tempo.

Para projetos maiores e mais complexos, no entanto, há a opção de contratar um especialista. Desde um projeto muito básico, como um website com conteúdo informativo e algumas fotos, a um portal com muitas funcionalidades, como busca e pagamento online, há opções em todas as faixas de preço.

5. Já tenho bastante trabalho no momento

Os websites não visam apenas a conquista de novos negócios. Na verdade, também ajudam a construir e manter boas relações com os clientes – um elemento fundamental para o sucesso do negócio a longo prazo. Uma das vantagens mais convenientes e benéficas de ter um site é que ele está disponível mesmo fora do horário comercial ou quando não há ninguém para atender o telefone. Pode-se evitar a perda de clientes no final do expediente ou no feriado. Agora você pode direcioná-los ao site para obter informações. Potenciais clientes podem visitar o site 24 horas por dia, sete dias por semana, para descobrir informações como o horário do expediente, mapas e direções, nomes e números de contato. Também podem fazer compras quando for mais adequado para eles. Se você realiza vendas online, os clientes podem fazer pedidos até mesmo enquanto você está dormindo! Seu site trabalhará por você além do seu horário comercial.

Atualmente, ter um website pode ser uma vantagem importante. Ele oferece conveniência, dá credibilidade e é uma das formas mais acessíveis de publicidade – trabalhando em seu benefício 24 horas por dia, sete dias por semana.

Um site é um meio de se comunicar com milhões de usuários de Internet que navegam na web e podem estar interessados em sua empresa e produto. Em comparação a outras formas de publicidade que podem ter custos elevados, um website torna você visível para seus clientes e parceiros de maneira simples e econômica. Diante do crescimento do número de internautas e de compras realizadas online, pergunte a si mesmo: o seu negócio realmente pode dar-se ao luxo de não ter um website?

Muitas são as dicas de “como atender seu cliente” por aí, mas veremos agora os 5 principais erros na hora do atendimento do cliente no e-commerce, ou seja, um “como não atender seu cliente”. Confira:

1. Passar o atendimento do online para o offline – O cliente online quer ser atendido online. Parece trivial, mas muitas empresas ainda cometem este erro. O cliente entra em contato através de um canal online e recebe a resposta para entrar em contato por telefone. Nada mais frustrante do que iniciar um atendimento online, aguardar uma resposta e nela ser direcionado para um canal offline.

2. Canais de atendimento ociosos – Disponibilizou um canal? Use-o. Muitas empresas se vangloriam de disponibilizar os mais diversos canais de atendimento online, como: E-mail, Chat, Atendimento Inteligente, entre outros. Disponibilizam, mas não atendem. Há demora nas respostas de e-mail, deixam o cliente em filas intermináveis de chat e utilizam de forma errada o conteúdo de canais inteligentes. A partir do momento que um novo canal é disponibilizado ao cliente, ele deve ser usado de forma correta, caso contrário a frustração gerada será enorme

3. Falta de posicionamento de prazos – Estipule prazos de resposta. O usuário de internet está acostumado com respostas rápidas. Sendo assim, deixe claro ao cliente qual o prazo de resposta. Caso ele envie um e-mail, utilize ferramentas que estipulem e divulguem ao cliente o tempo médio para resposta. No caso do chat, informe a posição da fila e o tempo médio de espera. O cliente que não tem retorno sobre o prazo de resposta costuma recorrer aos métodos tradicionais – e mais caros – para sanar as dúvidas.

4. Demora nas respostas – O e-consumidor gosta de respostas rápidas. É imediatista. Utilize ferramentas de atendimento inteligente que consigam entender de forma automática as questões do cliente e responder. Este tipo de tecnologia costuma reter em média 70% do fluxo manual de interações online. Em grandes operações essa economia gerada é bastante expressiva.

5.  Restrição de horário de atendimento – Um estudo realizado pela NeoAssist em 2011 aponta que cerca de 20% das dúvidas dos clientes em sites de compra ocorrem fora do horário comercial. Ter um atendimento disponível fora do horário comercial ou ferramentas inteligentes é importantíssimo. O cliente que não encontra resposta para sua dúvida na hora da compra migra para o concorrente que disponibiliza essa informação.

Parecem cinco dicas fáceis de seguir. No entanto, mesmo nos dias de hoje, ainda encontramos muitas empresas que atendem dessa forma e deixam aberta a possibilidade de perder clientes de forma rápida para a concorrência.

O bom atendimento é uma ferramenta essencial para gerar uma relação de confiança com o cliente. Assim como há a opção de “apenas um clique” para efetuar uma compra, precisamos facilitar as resoluções de dúvidas e problemas, maximizando sua curva de conforto. Ou seja, as dicas e ferramentas estão em nossas mãos, só é preciso enxergar e investir além do carrinho de compras.

Fonte: E-commerce News, por Albert Deweik

 

Sites de descontos ou de compras coletivas podem ser uma oportunidade para empresários venderem seus produtos ou serviços, pois essa ferramenta tem incentivado pequenos e médios empreendedores a comercializarem pela internet.
 
Com esta ferramenta, empresários que nunca venderam pela internet estão tendo acesso a este canal, assim como o surgimento de novos e-consumidores. 
 
Vantagens
 
Uma das vantagens é oferecer produtos ou serviços com descontos que variam entre 50% e 90%
O anúncio é feito de maneira gratuita. Os empresários repassam ao site uma porcentagem das vendas. Esta porcentagem pode chegar a até 50%
 
Outro benefício é a possibilidade de apresentar seu negócio a novos consumidores e fidelizá-los, pois o empreendedor pode ampliar seu atendimento e oferecer outros produtos que não estão nos cupons de descontos.
 
Alguns cuidados
 
O empresário tem de fazer um planejamento para evitar que o fluxo de consumidores e a demanda não sejam maiores do que o estabelecimento pode comportar. Para não ter problemas, as empresas devem limitar os cupons de vendas. 
 
Além disso, os empresários devem ficar bem atentos para que os descontos oferecidos não causem problema no fluxo de caixa.
 
Novas empresas
 
Em relação a este novo mercado, a Câmara-e.net afirma que atualmente podem ser contabilizados 40 sites de descontos em todo o País, e cada dia surgem novas empresas deste segmento.
 
Futuramente ocorrerão fusões e aquisições dos sites, e desses 40, sobrarão cerca de 10, sendo cinco grandes atenderão todo tipo de segmento e cinco que farão atendimento especializado. Este setor se consolidará. É um modelo de negócio muito inteligente, afirmam especialistas.

 

Christian Owens, adolescente britânico, aos 14 anos, começou a empreender com sua primeira empresa: um site bastante simples chamado Mac Bundle Box. 
 
A Loja Virtual  vende pacotes de aplicativos do Mac OS X com desconto por um tempo limitado. O valor do primeiro pacote – negociado com os desenvolvedores dos aplicativos – ficou em US$ 400, mas Owens vendeu o kit por um décimo desse valor. E não foi só isso. Se um número mínimo de pessoas comprasse o tal pacote, um novo aplicativo seria desbloqueado para todos os compradores, o que garantiu um belo boca-a-boca para a promoção. Owens doou parte das vendas para caridade. 
 
A ideia do jovem deu tão certo que nos dois primeiros anos, o Mac Bundle Box faturou US$ 1 milhão. 
 
Mas o sucesso do primeiro negócio não fez Owens parar de empreender. Ele criou um novo empreendimento chamado Branchr, uma companhia que distribui 300 milhões de anúncios por mês em mais de 17.500 sites, iPhones e sistemas operacionais para celulares Android e ganha por cada clique dado em uma dessas propagandas. 
 
A empresa faturou US$ 800 mil em seu primeiro ano de vida e emprega oito adultos, incluindo a mãe de Owens, Alison. O segredo do sucesso? “Não há segredo”, diz ele. “Não há fórmula mágica, trata-se apenas de trabalho duro e determinação.” 

 

Você sabe o que é importante para implantar um empreendimento de sucesso na Internet? Existem vários fatores, mas aqui daremos algumas dicas daqueles que, de tão importantes, podem delimitar o sucesso ou o fracasso da sua loja na internet.
 
Conhecer bem o canal de comercialização
O comércio eletrônico tem cerca de uma década de existência no Brasil, e apresenta constantes evoluções, novidades e novas possibilidades. É necessária muita pesquisa na web, muita leitura de livros, bem como a realização de cursos de forma a aproveitar o máximo a oportunidade comercial representada pelo E-commerce.
 
Escolher o nicho de mercado
Nicho de Mercado representa um público-alvo com características específicas, cujas necessidades dos consumidores não estão plenamente atendidas, ou seja, escolher um nicho de atuação significa saber o que vai vender e para quem vai vender. Isso representa um passo muito importante em direção ao sucesso, pois se você tem um bom produto, para o qual existe uma boa demanda, e com isso, o crescimento será natural (uma vez que seus clientes irão divulgá-lo de forma positiva, e outros consumidores interessados irão trazer novos clientes para o seu comércio eletrônico).
 
Planejar o Empreendimento
Colocar no papel de forma organizada todas as variáveis importantes de uma loja virtual se transformará em um plano de negócios para agir de uma forma organizada, caso haja possíveis problemas, superando-os assim, rapidamente.
 
Montar um Website eficaz
Na internet as transações são realizadas entre o usuário e o sistema eletrônico, que deve funcionar para atender as expectativas do usuário. O site deve ser eficaz, deve fazer com que boa parte dos visitantes realize as ações desejadas de forma fácil e segura, para ter uma boa avaliação do site e dos produtos oferecidos.
 
Utilizar estratégias de web-marketing
Não adianta apenas ter bons produtos expostos numa boa loja virtual se não houver visitantes. Faça a utilização de estratégias de marketing mais adequadas ao segmento da sua loja.
 
Avaliar o desempenho e evoluir 
Isso deve ser feito constantemente com relação ao empreendimento em geral. Correção de erros, melhorias, implantação de novos recursos, mudança de rumo em decorrência de alterações no mercado, são indispensáveis na vida de um empreendedor principalmente no e-commerce, onde a evolução e as mudanças acontecem na velocidade da luz.  Fonte:e-commerceorg

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes