17 / 05 / 2012
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Existem lojas virtuais que se preocupam em apresentar uma Home Page de primeira, incluindo todos os itens fundamentas como design, ofertas, formas de pagamentos, frete, etc, mas esquecem de uma outra página de extrema importância para a efetivação da compra: a página de detalhe do produto.

Pode parecer óbvio destacar essa importância, mas muitas vezes esse ambiente é esquecido pelo lojista de E-commerce, principalmente aquele que não acompanha o funil da taxa de conversão do seu negócio, pensando que se o cliente chegou até ali é sinal de venda garantida. Ledo engano.

É preciso dar-se conta de que a página de detalhe do produto muitas vezes é a primeira página a ser visitada pelos clientes vindos da busca orgânica, entre outras fontes de pesquisa. Por isso, nessa página é preciso oferecer informações precisas e completas para ganhar a permanência do consumidor numa loja virtual.

Então faça uma revisão nas suas páginas de detalhe de produto e verifique os itens que não podem faltar para melhorar a taxa de conversão de sua loja virtual:

Frete: Ter essa informação no detalhe do produto é muito importante, pois pode ser um motivador que levará o cliente a comprar o item em que já está interessado. Nesse caso, é interessante estudar uma maneira de disponibilizar frete grátis aos clientes.

Pagamento: Na página de detalhe do produto, o cliente deve ser informado de todas as formas de pagamento disponibilizadas pela loja virtual, com parcelamentos, juros, descontos, etc.

Atenção às imagens: Se na página principal uma boa imagem pode fazer o cliente comprar o produto, no detalhamento do item, as imagens devem ser ainda mais bem preparadas, com zoom e outros ângulos para dar ao consumidor a certeza de que comprar o produto é uma boa escolha.

O destaque: O aspecto fundamental de uma página de detalhes do produto deve ser o botão Comprar, pois se o cliente gostar do item e suas especificações ele, automaticamente, irá clicar para finalizar a compra. Por isso, recomenda-se que este botão tenha sempre destaque na página de detalhes.

Vídeos estratégicos: É simples, não tem gasto e chama atenção do cliente. Estamos falando dos vídeos no detalhe do produto. De forma estratégica, eles podem fazer o cliente se interessar pelo item da loja, muito mais do que fariam as palavras, por exemplo. Além disso, pesquisas apontam que os vídeos aumentam a taxa de conversão em vendas online.

Otimização: Através das novas tecnologias, a otimização para sites de busca tem ampliado o alcance das lojas virtuais. No entanto, não é apenas a home page da loja que pode ser otimizada, as páginas específicas como produtos, categorias, departamentos e outros, também podem ser encontradas em sites buscadores se forem pesquisadas por palavras-chave.

Fonte: E-commerce News

 

Ainda existe um mito entre as empresas de que investir em E-commerce através das Redes Sociais como o Facebook, significa atrair mais riscos que lucros, por acreditarem que esses canais servem apenas para entretenimento e que só o humor e informações menos relevantes conseguem atrair a atenção do público frequentador dessas redes. É inegável que o humor e o entretenimento tenham o seu peso nas redes sociais e que mesmo é necessário adaptar certos conteúdos para que eles se tornem mais leves e concisos diante da avalanche de informações sendo infinitamente atualizadas nas redes sociais.

Mas, é exatamente nesse ambiente de descontração e público segmentado que a presença de marcas e empresas também se faz importante, tanto para a própria empresa, que terá como obter informações sobre o que pensam seus clientes para propor ações em cima desses dados, quanto para o público consumidor, que por sua vez, encontra um canal direto para a troca de informações com as empresas.

Mesmo assim, os executivos de empresas brasileiras ainda veem com certo receio a relevância das redes sociais como estratégia de negócios. É o que mostra um estudo da Forbes em parceria com a agência de Relações Públicas Weber Shandwick. A pesquisa entrevistou 1.897 profissionais de 50 países, incluindo o Brasil, e concluiu que a maioria das empresas brasileiras ainda trata as redes sociais como uma ferramenta de ativação e não como fator de negócio. No mundo, em geral, a área já é utilizada para que as empresas entendam seu produto ou serviço na sociedade.

Para 41% dos entrevistados do Brasil, os riscos de apostar nas plataformas são maiores que os ganhos, contra 23% que acham o mesmo globalmente. Na média mundial, 54% acreditam que os ganhos são maiores que os riscos, contra 39% dos brasileiros.

Para 64% dos executivos brasileiros a qualidade do atendimento ao cliente é o mais importante, seguida por qualidade da marca (60%) e dos talentos (51%). O engajamento online fica em último lugar, com 47%.

“Quando vemos que o atendimento ao consumidor é mais importante para as empresas do que o engajamento online fica claro que as redes sociais não são vistas como fator de negócio, já que a maior parte do atendimento hoje em dia é realizada na internet. Um item está diretamente associado ao outro e, se as empresas não percebem isso, elas ainda não dão a importância certa às plataformas”, diz Everton Schultz, Diretor de Mídias Sociais da Weber Shandwick, em entrevista ao site Mundo do Marketing.

Esse último dado evidencia a disparidade entre o que pensam essas empresas e o real comportamento do consumidor, que está cada vez mais buscando esclarecimento antes de efetuar, por exemplo, uma compra numa loja virtual, nas mídias sociais, onde encontra muitas vezes informações mais relevantes do que nos canais tradicionais de atendimento das empresas.

Fonte: Mundodomarketing

 

 

Se a sua loja virtual ainda não se adaptou ao conteúdo móvel, é bom ficar de olho nas últimas novidades sobre o crescimento do uso desta tecnologia no Brasil e no mundo.

Segundo dados divulgados no ano passado pelo Instituto Ipsos Mediact, só Brasil já conta com cerca de 19 milhões de smartphones, diante de um total de 242 milhões de linhas para aparelhos móveis.

Também de acordo com um estudo da ComScore, cerca de 64,2 milhões de americanos acessam redes sociais a partir de seus smartphones, sendo que metade desses usuários acessa esses serviços diariamente.

Enquanto que a maioria dos usuários de smartphone está focada em ler conteúdos enviados por seus amigos em redes sociais, o estudo levantou que cerca de 30 milhões dessas pessoas também consomem posts sobre marcas, companhias e eventos.

“O ano de 2011 se mostrou como um período de inovação para a indústria móvel, com smartphones se tornando populares, os tablets emergindo como uma quarta tela, e os consumidores integrando cada vez mais comportamentos móveis em seu estilo de vida” afirmou Mark Donovan, vice-presidente de mobile da comScore.

“Assim com a indústria continua a inovar e mais consumidores desejam multiplicar seus dispositivos e plataformas para consumir mídias digitais, esperamos que o cenário de dispositivos móveis cresça ainda mais em 2011”, continuou.

O estudo sugere que tanto estabelecimentos físicos quanto os de E-commerce devem prestar mais atenção ao fato de que as pessoas estão utilizando cada vez mais seus smartphones enquanto fazem compras. De acordo com a ComScore, mais da metade dos clientes pesquisaram produtos em seus celulares enquanto estavam na loja.

 

Fonte: IDG Now, Hsm

 

 

Um dos fatores que levam a fidelização e indicação de um E-commerce por parte dos e-consumidores é a competência da empresa com relação a sua política de trocas/devoluções, também conhecida por logística reversa.  Esta é uma das maiores preocupações dos consumidores, que precisam sentir-se seguros com a qualidade do produto que irão receber e saber se uma possível troca será atendida com tanta eficiência como ocorreria numa loja física.

Para um e-commerce com visão estratégica, dar a devida atenção à política de trocas é uma excelente oportunidade para mostrar seu diferencial com relação à concorrência, já que algumas empresas só conseguem enxergar a troca como prejuízo para a empresa, além de falhar no atendimento nessa etapa do processo de venda, como podemos verificar nas inúmeras reclamações de consumidores em diversos canais online.

Então, para acertar na política de troca ou logística reversa, aqui vão algumas dicas para melhorar cada vez mais o relacionamento e a fidelização de clientes no seu e-commerce:

1. Em primeiro lugar é imprescindível que seu site de e-commerce ou loja virtual apresente já na primeira página um link de acesso à Política de Trocas e Devoluções da empresa, que direcione o cliente para essa página a fim de deixar claro como funciona essa política e assim transmitir responsabilidade e passar confiança para o cliente em seu processo de compra.

2. Trate o cliente que solicitou uma troca ou devolução da mesma maneira que é tratado o cliente durante o processo de compra, ou seja, com a atenção e o respeito devido. Depois de ouvir o cliente, avalie se a troca está dentro da política da empresa e de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, conforme o caso acalme o cliente e providencie os próximos direcionamentos.

3. Prepare sua equipe para reverter a situação. Na web, a velocidade das ações é fundamental, por isso, é importante contar com pessoas preparadas para receber tais solicitações e providenciar o processo de troca/devolução de maneira rápida e profissional. Pois, tanto a logística tradicional quanto a reversa engloba níveis de serviço, armazenagem, transporte, estoque, fluxo de materiais e sistema de informação.

4. Providencie pontos de troca. Para lojas virtuais que possuem filiais físicas ou conveniadas, é interessante oferecer a possibilidade de o cliente entrar em contato com o ponto de troca mais próximo, seja para realizar a troca por um novo produto ou fazer a devolução do mesmo, facilitando o processo logístico e tornando-o mais rápido.

5. Combine as condições de entrega. Um processo já adotado por algumas empresas virtuais é combinar a retirada do produto em uma data programada e enviar o outro item para que seja entregue no ato da retirada do primeiro. Dessa forma, une-se o fluxo logístico de entrega com a logística reversa.

Segundo o site artigosecommerce, empresas online que não possuem um processo logístico reverso bem elaborado perdem clientes pela falta de uma solução ao lidar com situações inesperadas. Na mesma proporção, preparar a loja virtual para atender solicitações de troca e devoluções quando preciso, faz com que a organização conquiste mais credibilidade e reconhecimento no comércio eletrônico.

Fonte: artigosecommerce

 

Qualquer ação a ser tomada em estratégias de vendas, marketing, prospecção de novos clientes e fidelização, necessita em primeiro lugar de um cadastro completo e atualizado de clientes que auxilie de forma organizada e dinâmica no planejamento das ações que podem gerar os melhores resultados.

Graças à tecnologia, hoje podemos contar com uma valiosa ferramenta focado no cliente, trata-se do CRM (Customer Relationship Management) traduzida por Gestão do Relacionamento com o Cliente, que permite ao mesmo tempo organizar um histórico de cada cliente, identificar as diferentes categorias de clientes e o respectivo tratamento que cada um deles deve receber, conforme seu perfil e suas necessidades.

E o melhor, empresas de qualquer porte são beneficiadas pelo CRM, já que com a automatização da ferramenta, em nível de TI, todos os dados são capturados, processados, analisados e distribuídos, tendo o cliente como o centro do modelo de dados.

Além disso, O CRM favorece a integração dos demais canais da empresa como automação de vendas, gerência de vendas, telemarketing e televendas, serviço de atendimento e suporte ao cliente, automação de marketing, ferramentas para informações gerenciais, E-commerce e de interação entre todos os funcionários da empresa, possibilitando traçar estratégias de negócios voltadas para o entendimento e antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa.

Como implementar o CRM na sua empresa

Basicamente existem quatro fases de implementação de uma estratégia de CRM numa empresa:

1.Definir o tipo de relação com os clientes

Definir se essa relação será baseada no preço, no produto, na necessidade ou no valor. Esta etapa prévia é indispensável antes de considerar qualquer tipo de solução informática CRM das muitas que existem no mercado. Assim, a empresa deve fazer uma reflexão sobre a melhor forma de se comunicar com os clientes com o objetivo de aumentar a satisfação destes e conseguir geri-los melhor.

2.Escolher a solução informática

A empresa deve escolher o sistema mais apropriado com os objetivos traçados e de acordo com o seu plano estratégico. É necessário ter em conta o grau de integração que o software terá entre todos os departamentos da empresa.

Alguns softwers de CRM disponíveis no mercado:

SugarCRM: Ferramenta de CRM Americana (Liberado para Teste Grátis por 30 dias )

SalesForce: Ferramenta de CRM internacional com 7 dias para testes.

Brasileira: MidhasCRM (15 dias para testes)

3.  O CRM depende 100 % das pessoas

É preciso ter sempre presente que a tecnologia, por melhor e mais sofisticada que seja, não é senão um meio para se chegar a um determinado fim: o relacionamento com os clientes e a obtenção da sua lealdade. Por isso, é essencial que se pense sobretudo na melhor forma de alterar os processos no seio da empresa.

4. Implementação

A implementação é a fase final do processo. Esta fase pode ser mais demorada já que é necessário que, por um lado, todas as informações sejam integradas e, por outro, que todos os colaboradores aprendam a trabalhar e a comportar-se segundo uma nova lógica.

Um projeto CRM, para ser eficaz, tem que ser capaz de integrar as informações recolhidas nos vários pontos de contato com os clientes (call centers, lojas, mailings, catálogos, comércio electrónico, etc.) numa base comum e controlável, sempre direcionada para o Cliente.

Com essa ferramenta em mãos em funcionamento efetivo dentro de um E-commerce é possível chegar muito próximo ao atendimento pessoal e personalizado de um bom atendimento tradicional, onde o relacionamento é que define a fidelização de clientes e o crescimento do negócio, indo muito além de questões de preço e concorrência.

Fontes: sebrae, portalwebmarketing, guiarh e blogdoecommerce

 

Facilidade de navegação, presença forte de marca, ofertas atrativas e bem divulgadas e entendimento sobre os acessos dos clientes usuários são pilares para excelentes resultados em conversão em vendas no E-commerce.

Em artigo do colunista André Siqueira, publicado no site Webinsider, o autor observa quatro itens de extrema importância que influenciam visitantes do seu site a realizarem (ou não) algum tipo de conversão.

1. A oferta

Para o caso do E-commerce, a oferta pode ser mais atrativa ou não: depende do preço, da sazonalidade ou da necessidade de experimentar o produto ou conferir melhor em uma loja física antes de comprar.

Já no caso de B2B e vendas mais complexas – que costumam também ser mais caras – é rara e mais difícil a compra direta. Podem ser consideradas conversões o agendamento de uma reunião ou o pedido de orçamento.

Para esse público também funcionam melhor as estratégias de conversão indireta: ofertas gratuitas como e-books e whitepapers em troca de informações do visitante, como seu nome, e-mail, empresa e cargo.

Com essas informações em mãos fica mais fácil trabalhar o contato, fomentar o relacionamento online e ganhar confiança para que a venda seja fechada posteriormente.

2. A landing page

Mais um item costumeiramente ignorado, mas de extrema importância é o uso de boas landing pages.

A página em que o usuário realiza a conversão (página do produto em e-commerce ou página com o formulário de download, de contato ou de pedido de orçamento para outros negócios) faz uma diferença muito grande nos resultados.

É importante fornecer informações completas sobre a oferta, seus benefícios e características e ainda mostrar indicadores de credibilidade (depoimentos, lista de clientes, política de troca, de privacidade, selo de órgãos certificadores de qualidade e de segurança na transação).

A usabilidade é mais um fator importante. Leve em conta o tempo de carregamento do site. Avalie os textos, tamanho e posição dos vários elementos da página. Na página da conversão também costuma ser interessante não oferecer links para outras páginas, para não dispersar o visitante.

Um último ponto é que, em casos de adwords ou outros anúncios, a landing page deve estar extremamente de acordo com o anunciado. Coisas simples como usar a mesma palavra chave no anúncio e na landing page aumentam consideravelmente a conversão.

3. A origem e motivo da visita

A forma como o usuário chegou ao site também pode alterar a chance de conversão. Uma indicação de amigos é diferente de uma visita pelo Google Adwords. Uma ação offline também podeatrair um público mais direcionado para determinada ação.

Além disso, há diferentes motivações para visitar seu site. Há pessoas que estão ali para buscar informações, há concorrentes espiando sua empresa e diversos outros usuários que não vão comprar independentemente da qualidade da oferta e da landing page.

Apesar de influenciar a conversão, esse item costuma fugir do controle da empresa. Por isso não se preocupe com o fato de a taxa de conversão estar longe dos 100%, isso é extremamente natural.

4. O reconhecimento da marca e seu histórico com o visitante

Marcas conhecidas costumam ter mais credibilidade e isso melhora os resultados, principalmente se as experiências do cliente em contatos anteriores com a empresa foram positivas.

Se você não gerencia uma grande marca, a produção de conteúdo relevante sobre a área (e aí entram as mídias sociais, o blog, os vídeos, etc.), certamente pode se tornar uma forma eficiente de ganhar confiança e reconhecimento.

Por que é importante entender isso?

A grande vantagem de conhecer esses influenciadores da conversão é: com exceção do item 3, há muitas coisas que sua empresa pode fazer para se ajustar ao mercado e impactar diretamente nos resultados de negócio.

Fazer análises das ofertas, landing pages e posição de mercado da empresa deve ser um exercício constante e esse é o primeiro passo para começar a otimizar suas conversões online.

Fonte: Webinsider

 

O e-mail marketing é atualmente uma das mais vantajosas estratégias em E-commerce, porque permite que as empresas apresentem novos produtos e serviços, melhorarem o relacionamento com seus clientes ou mesmo prospectem novos clientes.

Custos baixos, taxas de conversão elevadas, detalhamento de conversão e relatórios em tempo real são razões que fazem as empresas de diferentes segmentos e portes investirem cada vez mais em e-mail marketing.

Segundo pesquisas recentes, no período de 2009 até 2012, a previsão é de que aumente 38% a receita gerada por e-mail marketing. Até 2013, 840 bilhões de mensagens serão enviadas. 59% das empresas pretendem aumentar investimentos em mídias socias e 69% das empresas pretendem aumentar o seu serviço de e-mail marketing.

Além disso, estudos também mostram que o internauta acessa poucos sites por dia. Por isso é fundamental implantar um sistema de envio periódico de newsletters ou peças de marketing por e-mail. Segundo relatórios do instituto de pesquisa Jupiter Research, esta mídia pode render nove vezes mais e dar 18 vezes mais lucro do que uma campanha massiva.

Outra vantagem do e-mail marketing é o acompanhamento de resultados em tempo real, como por exemplo, número de e-mails que realmente foram abertos, número de cliques e quais os links mais acessados.

Com a evolução do e-commerce, os e-consumidores estão mais exigentes e já sabem identificar o spam, aceitando cada vez melhor o marketing de permissão baseado no e-mail. Prova disso é que 78% dos e-mails marketing enviados com permissão são abertos pelos consumidores.

Então se sua loja virtual ainda não adotou essa prática ou quer obter dicas para ter um melhor retorno com e-mail marketing, acompanhe o Blog da BioStore e confira nossas próximas postagens a respeito dessa ferramenta de tamanha importância para o relacionamento e conversão das suas vendas no E-commerce.

 

Fontes: cursodeecommerce, comunicacaoetendencias e blogdoecommerce.

 

No último post, tratamos da importância do blog no E-commerce para favorecer o relacionamento entre empresas e clientes, assim como utilizá-lo como uma opção de ferramenta acessível para melhorar o posicionamento de sites nos mecanismos de buscas, como o Google.

Neste post trataremos de algumas questões básicas e essenciais que precisam ser levadas em conta para que o Google reconheça o seu blog como relevante e o coloque em uma posição interessante nas suas páginas, para que seu site ou loja virtual seja beneficiado pela popularidade do seu blog.

Então vejamos ponto por ponto o que pode ser melhorado e dicas para que suas próximas postagens façam o seu trabalho gerar bons resultados:

Conteúdo relevante

Isso significa que se você só postar informações referentes a seus produtos e serviços, não estará oferecendo nenhuma novidade na web. Mas se, por exemplo, sua loja virtual é do ramo de medicamentos e perfumaria e você for falar de um lançamento de uma medicação para diabetes, procure fazer seu conteúdo girar em torno de questões relativas ao público consumidor desse tipo de produto, tais como: benefícios da atividade física para diabéticos; receitas com a utilização de adoçantes, etc. Assim, você estará oferecendo muito além de produtos, mas informações realmente relevantes para seu público alvo.

Frequência de postagens

De nada adianta você atrair visitantes para seu blog e oferecer conteúdo interessante, se suas publicações não tiverem regularidade. Assim, procure manter uma frequência de postagens de pelo menos um artigo por semana e de preferência nos mesmos dias, para que seu leitor receba conteúdos atualizados e não tenha a impressão de que seu blog tenha sido abandonado. Além disso, a frequência de postagens também é um dos fatores responsáveis pelo melhor posicionamento no Google e outros buscadores.

Adequação de linguagem

Erros de gramática, ortografia ou pontuação também são pontos considerados pelos buscadores no quesito qualidade, afinal, domínio do idioma é o mínimo para estabelecer uma comunicação eficiente com seu interlocutor. Além disso, também é necessária a adequação da linguagem com seu público alvo. Por exemplo, se seu blog for direcionado para praticantes de motociclismo, só utilize expressões e gírias se tiver certeza de estas serem conhecidas por esse público. Evite também usar linguagem excessivamente culta ou acadêmica, caso esse não seja o público alvo.

Originalidade

Conteúdo original é um fator decisivo para o sucesso de um blog, mas de acordo com a máxima “Nada se cria, tudo se copia”, ainda mais se tratando da web, dificilmente o tema do seu conteúdo será único e exclusivo, mas sim a maneira de abordá-lo, apresentando ângulos diferentes do mesmo assunto. O que o Google não engole é conteúdo duplicado, por isso, seja criativo na hora de propagar a informação na rede e não deixe de citar as fontes de referência utilizadas para escrever o seu post.

Uso adequado de palavras-chave

Para melhorar o posicionamento do seu site nos buscadores, não caia no erro de colocar palavras-chave em excesso dentro do seu texto, pois isso indicará desrespeito para com seu visitante, além de dificultar a leitura do seu conteúdo. Mas não deixe de utilizá-las, coloque em todos os artigos, desde que com bom senso, as palavras-chave que deseja otimizar, usando variações e sinônimos e, ainda, links que apontem para sua URL.

Tamanho das Postagens

Em geral, cada post deve ter entre 500-800 palavras. Estes números podem variar de acordo com seu nicho e público-alvo. O mais importante é ser direto e dizer tudo utilizando o mínimo, já que o usuário internauta costuma “scanear” páginas e não lê-las da maneira convencional. Por isso, resuma todo o assunto já no primeiro parágrafo para fisgar de pronto o leitor. Também intercale blocos de textos com imagens ou vídeos, pois uma imagem muitas vezes traduz de maneira muito mais direta e eficiente uma ideia, além de chamar mais a atenção do visitante. Assim, o conteúdo fica exposto de forma leve e natural.

Explore as redes sociais

É importantíssimo adicionar ao seu blog os botões das principais redes sociais, tais como Twitter, Facebook, YouTube, etc. Envie para as redes os links para seus artigos e interaja com os membros de sua comunidade. Essas medidas ajudam bastante a criar uma comunidade em volta do seu blog e a divulgar o seu negócio para um número ilimitado de pessoas.

Interaja e responda aos comentários dos seus visitantes

Não subestime a importância dos visitantes do seu blog, afinal são eles que leem seus artigos, escrevem comentários, clicam em seus anúncios e compram seus produtos. Sem eles, seu blog não tem razão de existir. Por isso, valorize-os e lhe dê atenção. É simples responder comentários, retribuir visitas, atender sugestões – e tudo isso ajuda na fidelização dos seus visitantes, que também se transformarão em eficiente meio de marketing.

Invista em E-mail Marketing

Na barra lateral ou sidebar, insira um formulário para que seus leitores possam se inscrever, receber as novidades do site e automaticamente irem para sua lista de e-mail. Por ter pessoas em sua lista, você pode – futuramente – enviar promoções e lembrá-las de verificar os novos posts. Depois de preparar o terreno, você pode começar a gerar tráfego.

 

Fontes: dinheiroqueroganhar, gerenciandoblog, ecommercenews

 

O blog evoluiu de uma ferramenta para expressar opiniões pessoais para um poderoso veículo de comunicação global.  Com sua popularização, o blog passou também a chamar à atenção das empresas, devido ao grande número de consumidores usando esse canal para expressar opiniões sobre produtos e serviços, tornando-o assim um excelente meio de comunicação e relacionamento entre empresas e clientes.

Atualmente, 65% das empresas  de diversas regiões do mundo utilizam blogs para fins de marketing de conteúdo, o que representa um aumento de 27% em relação 51% dos entrevistados que haviam afirmado o mesmo em 2010, de acordo com um estudo apresentado em dezembro de 2011 pela MarketingProfs.

Manter um blog bem planejado e estruturado, além de favorecer o relacionamento e o vínculo dos clientes com uma marca, também é uma forma eficaz e barata de investimento em SEO (Search Engine Optimization) ou, otimização para mecanismos de buscas, que nada mais é do que o conjunto de estratégias com objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas orgânicas dos mecanismos de buscas, tais como o Google.

Mas, apesar de ser uma ferramenta de marketing digital barata e acessível a qualquer pessoa, manter um blog e obter retorno financeiro com ele, não é uma tarefa fácil, pois para que o Google, por exemplo, coloque um blog em uma ótima posição nas suas páginas, esse blog necessita atender a alguns princípios básicos, tais como: originalidade, conteúdo relevante, frequência de postagens, quantidade adequada de links, velocidade, entre outros.

Não é à toa que empresas estão empregando profissionais especializados para cuidar de seus blogs e manter as atualizações sobre os seus produtos e serviços. Empresas como a Apple, Microsoft, etc., inclusive, criaram seus próprios blogs corporativos, onde esses profissionais são encarregados de divulgar os mais recentes produtos e interagir com os usuários.

Se sua empresa, site ou loja virtual ainda não possui um Blog , comece logo a rever suas estratégias a respeito de relacionamento com seus clientes, marketing e divulgação de marca na web. Acompanhe o blog da BioStore e fique por dentro das últimas novidades em ferramentas e estratégias para qualificar e aumentar as vendas do seu E-commerce.

Fontes: dinheiroqueroganhar, gerenciandoblog, ecommercenews

A navegação através de dispositivos móveis no Brasil prevê um grande aumento no número de acessos. Por isso, é importante se preparar para esse novo mercado. O primeiro passo é adequar o seu site ou loja virtual para a tecnologia mobile. O correto é mobilizar o seu site e não apenas minimizar. A arquitetura da informação deve ser formatada para esses tipos de dispositivos para oferecer uma ótima usabilidade, já que estes dispositivos possuem funcionalidades diferenciadas.

Então confira algumas dicas para a mobilização do seu site de E-commerce:

- Mantenha o layout simples

- Crie conteúdo para navegação com dedos e não com mouse

- Priorize o conteúdo

- Use recursos exclusivos para celular

- Facilite a conversão

- Use o Call To Action de forma mais incisiva

 

Fonte: blogdoecommerce

 

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