17 / 05 / 2012
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A A25 Decor Festas
Loja Ebit Ouro
Cliente da BioStore desde Maio/2009
www.a25decorfestas.com.br

A A25 Decor Festas é uma empresa localizada na 25 de março, que trabalha com acessórios de festas, tais como artigos para decoração, adereços e acessórios para festas, temas infantis, artigos para casamento e debutante, fantasias adultas e infantis, ítens para iluminação, descartáveis… ou seja, tudo em artigos para festas.

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O comércio eletrônico da América Latina e Caribe deve movimentar US$ 69,7 bilhões em 2011. Apenas o Brasil vai representar 45% desse total, o que coloca o País como maior mercado de e-commerce da região.

Dados da E-Consulting apontam que outros países com boa movimentação nas compras pela internet são México, Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia. Juntos, eles somam 35%. Os demais países têm 10% de representatividade.

Crescimento. Na pesquisa, a consultoria aponta alguns aspectos que podem levar a um crescimento ainda maior do setor no Brasil. Do lado da oferta, estão investimentos das operações online, a implementação de estratégias multicanais e o aumento da participação de pequenas empresas, além de políticas agressivas de financiamento ao consumidor.

No lado da demanda, o crescimento econômico e o aumento da renda média do brasileiro, somados à emergência das classes C e D e ao maior acesso à banda larga, também devem contribuir para um maior volume no comércio eletrônico nacional.

Preferências. Durante o primeiro semestre de 2010, os produtos mais vendidos pela internet foram mídias –CDs, DVDs e games, totalizando R$ 1,91 bilhão. Outro segmento bem movimentado foi o de saúde e beleza, com R$ 1,88 bilhão, e, em terceiro lugar, aparecem livros e periódicos, que somam R$ 1,65 bilhão.

Considerando a categoria bens de consumo como um todo, o crescimento anual estimado pela E-Consulting é de 31,5% no período entre 2002 e 2012.

Tendências. Duas importantes tendências para o comércio eletrônico brasileiro são apontadas pela pesquisa. Uma delas é o aumento no uso de dispositivos móveis (celulares, smartphones, tablets) para comparação de preços ou compras online.

“No Reino Unido, por exemplo, 20% dos usuários de iPhone já utilizam seus aparelhos para isso”, diz a pesquisa. Tecnologias de localização geográfica (geolocation) também abrem oportunidades de interagir com os consumidores onde quer que estejam.

Outra tendência são os blogs e pequenos sites, que vão ocupar cada vez mais espaço no e-commerce, graças aos novos aplicativos que facilitam as vendas na loja virtual. “Formas de pagamento terceirizadas facilitarão a integração destes sites com as formas de pagamento online, como cartões de crédito”, completa o estudo. fonte: InfoMoney, Exame, Folha SP.

O número de usuários de internet no Brasil cresceu em cerca de 12 milhões entre 2008 e 2009, ou 21,5%, revelam dados da PNAD – Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que no ano passado o Brasil tinha 67,9 milhões de usuários de Internet, contra 55,9 milhões em 2008. Segundo o IBGE, 41,7 por cento da população estava conectada em 2009, acima dos 34,8 por cento no ano anterior.

De 2005 a 2009, o salto no número de usuários de Internet no país foi de 112,9 por cento, de acordo com o IBGE. Em 2005, eram 31,9 milhões de pessoas com 10 anos ou mais acessando à rede mundial de computadores.

As regiões mais pobres do Brasil – Norte e Nordeste – apresentaram os maiores aumentos de usuários nos últimos anos. O salto no total de internautas na região Nordeste foi de 213,9 por cento e na Norte de 171,2 por cento.

"O percentual nas regiões mais pobres subiu em função do barateamento do serviço e do seu acesso, bem como o barateamento do próprio computador no Brasil", disse a pesquisadora do IBGE Maria Lúcia Vieira.

"O aumento do rendimento tem impacto em todos os acessos a bens também."

Ainda assim, enquanto no Sudeste 48,1 por cento da população possui acesso à rede, no Nordeste o patamar é de 30,2 por cento e no Norte estava em 34,3 por cento no ano passado.

Mais casas com PC

Segundo o IBGE, o percentual de domicílios com computadores no Brasil passou de 23,8 em 2008 para 27,4 em 2009. Em 2004, apenas 12,2 por cento das residências brasileiras tinham PCs.

O acesso à Internet é mais frequente entre os mais jovens, de acordo com a PNAD, mas os adultos estão aderindo cada vez mais à tecnologia. Nas faixas etárias de 10 a 14 anos, o percentual de acesso era de 58,8 por cento; entre 15 e 17 anos subiu de 62,9 para 71,1 por cento; e de 18 e 19 anos aumentou de 59,7 para 68,7 por cento.

Apenas 15,2 por cento da população na faixa de 50 anos ou mais usava Internet em 2009, de acordo com a PNAD. "O percentual é menor , mas é um pessoal que está se atualizando. Essa é um ferramenta fundamental para quem está no mercado de trabalho", observou a pesquisadora do IBGE.

O IBGE divulgou os dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2009), que mostram que a maioria dos internautas tem até 24 anos e é do sexo feminino.

Dos 67,8 milhões de internautas apontados pela estudo, 33,3 milhões são homens e 34,6 milhões mulheres. A faixa etária com o maior número de acessos é a dos jovens de 15 a 17 anos, com 71,1% estando presente na rede. Em 2005, somente 33,7% da mesma faixa acessavam a internet.

O avanço da rede mundial de computadores no país é mais evidenciado entre as mulheres, especialmente nas faixas de 30 a 39 anos (28,2% das mulheres contra 24,8% dos homens), de 40 a 49 anos (31,9% contra 21,8%) e no grupo de 50 anos ou mais de idade (46,1% contra 35,5%).

A economista do IBGE, Adriana Beringuy, explica que a maioria feminina está relacionada a diversos fatores, entre eles, a maioria populacional e o acesso à escola, que é muito maior entre as mulheres. Adriana também relata a diferença entre os perfis de navegação dos usuários. “Na faixa dos jovens a maioria dos acessos está relacionada às redes de relacionamento, como Orkut e Twitter. Entre os mais velhos encontramos um perfil de navegação mais direcionado à pesquisa e estudos”, afirma.

As regiões do país que mais apresentaram crescimento em relação a 2008 foram a Norte, com 171,2%, e a Nordeste, com 213,9%. O aumento expressivo na região, segundo o IBGE, se deve à redução no custo dos serviços.

O crescimento do comércio eletrônico trouxe o PayPal ao Brasil. O anúncio da instalação de uma das maiores empresas de pagamentos do mundo no país será feito na próxima semana.

Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.

O negócio do PayPal é agir como intermediário nessa hora, evitando fraudes ou que alguém seja lesado. Ele também atua na transferência de valores entre empresas ou prestadores de serviço que realizam negócios no mundo real dentro de um país ou entre países.

Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão no e-commerce US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.

No país existem concorrentes como MoIP, mas está restrito às compras on-line, e PagSeguro que pode ser usado para o pagamento de operações que ocorrem no mundo real. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.

Com a instalação no país, qualquer consumidor poderá utilizar o sistema de pagamento e transferências, tanto no país quanto no exterior. Um tradutor, por exemplo, poderá oferecer seus serviços em 190 países e receberá via PayPal sacando os valores (convertidos para real) em sua agência bancária.

“Todas as operações são protegidas por um seguro e monitoradas por uma equipe antifraude”, diz Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil. “Os dados dos clientes são codificados e jamais abertos para terceiros.”

Para usar o serviço, o internauta cadastra seu e-mail pelo site da paypal. Ali vai informar dados financeiros, como o número de cartão de crédito e o da conta-corrente.

Essas informações ficam vinculadas ao e-mail cadastrado. Na hora de efetuar ou receber um pagamento, basta informá-lo e os créditos (ou débitos) são transferidos. Nas compras, o lançamento é feito direto no cartão de crédito. Nas transferências, ocorre pela conta-corrente.

As taxas cobradas podem chegar a 4,9% do valor negociado. Segundo Mello, a meta é tornar o Brasil o sexto maior faturamento do PayPal em quatro anos. Fonte: Folha.com

As redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, estão influenciando o comércio virtual no Brasil. Um estudo feito pela consultoria de informações sobre e-commerce, e-bit, concluiu que essas mídias contribuiram para o faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais no primeiro semestre deste ano.

A estimativa levou em conta os clientes que responderam ter as redes sociais como motivador da compra. ” O número ainda é baixo, mas deve crescer nos próximos anos”, apontou o diretor de marketing e produtos do e-bit, Alexandre Umberti.

As compras motivadas pelas redes sociais apresentaram uma média de consumidores mais jovem. Os pedidos foram feitos por pessoas com cerca de 34 anos, ou sete anos mais baixo da idade observada nas vendas virtuais.

A faixa etária influencia gasto desses consumidores. O valor dos pedidos foi 10% menor do que o valor médio do e-commerce, que chegou a R$ 379 no primeiro semestre.

As redes sociais influenciaram mais as mulheres, que representaram 55% com influência dos programas nas compras. A predominância feminina garantiu a liderança dos produtos de moda e acessórios nesse segmento, com 20% dos pedidos. A categoria representa apenas 4% do total de e-commerce.

Levantamento feito pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research apontou o Brasil como um dos dez países mais “sociáveis” do planeta. As redes sociais alcançam 87% dos quase 37 milhões de usuários ativos.

E-COMMERCE
O comércio virtual cresceu 40% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas somaram R$ 6,7 bilhões no período e foram impulsionados pela Copa do Mundo e a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) nos eletrodomésticos.

A previsão é que as vendas virtuais fechem o ano com faturamento 35% superior ao ano passado. O Brasil deve atingir uma base de 23 milhões de e-consumidores ao final do ano, segundo a consultoria. Eles serão responsáveis por movimentar R$ 14,3 bilhões em compras na plataforma.

Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados publicados na 22ª edição do Relatório WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) elaborado pela e-bit, com o apoio da CâmaraBrasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 6,7 bilhões. Esse valor representa um aumento nominal de 40% em relação ao primeiro semestre de 2009, quando registrou R$ 4,8 bilhões.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise mundial que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo, principalmente pela retomada do crédito ao consumidor e pela maior confiança em realizar compras virtuais.

A entrada de novos players, a consolidação de outros e a fusão de grandes grupos de varejo, já conhecidos no mundo offline, contribuíram para alavancar a confiança neste canal, trazendo novos e-consumidores e alavancando as cifras do setor.

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi alavancado pela Copa do Mundo e pelas oportunidades que o evento agregou através das vendas online. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como Televisores de tela plana.

Além disso, por conta do final da redução do IPI os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos. Esse fator, aliado às promoções e apelos das lojas virtuais, trouxe maior interesse ao consumidor para comprar mais pela internet nesse período”, concluiu Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre do e-commerce em 2010 que compuseram o “top five” foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’, ‘Eletrodomésticos’, ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’, ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. O tíquete médio foi de R$ 379,00.

O que o e-commerce guarda para o 2º semestre?
O ano de 2010 pode ser caracterizado como um dos mais importantes na história do comércio eletrônico brasileiro. Com a forte movimentação nos primeiros seis meses, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre de 2010, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo, exceto venda de automóveis e sites de leilão virtual.

Dessa forma, espera-se um faturamento de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit de R$ 13,6 bilhões, realizada na 21ª edição do WebShoppers, em Março.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente. Espera-se que o ano feche com 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. O número torna-se ainda mais impressionante se compararmos, por exemplo, com a última Copa do Mundo. Para se ter uma ideia, na época do mundial realizado na Alemanha, há 4 anos, éramos apenas 6 milhões de adeptos às compras online.

Redes Sociais no e-commerce
De acordo com dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimuladas por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em serseduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. No comércio eletrônico em geral, a divisão é exatamente pela metade: 50% são homens, 50% mulheres. Quando se diz respeito à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens que os compradores do mercado: 34 anos contra 41. Agora, se analisarmos as categorias preferidas dos e-consumidores oriundos de redes sociais, “Moda e acessórios” aparece em destaque, com cerca de 20% do volume transacional.

Para o diretor de marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, analisa Umberti.

Facebook ultrapassa Orkut na Índia. Com 20,9 milhões de visitantes em julho, a rede social de Mark Zuckerberg superou o rival, que obteve 19,9 milhões, segundo a comScore.

Rede social com mais de 500 milhões de adeptos ao redor do mundo, o Facebook acaba de conseguir mais um feito. De acordo com dados da empresa de pesquisa comScore divulgados hoje (25/8), ela ultrapassou o Orkut na Índia e agora lidera em termos de visitantes únicos no país.

Segundo o estudo realizado no mês de julho, o Facebook chegou a 20,9 milhões de visitantes, um crescimento de 179% em relação ao mesmo período de 2009. Enquanto o Orkut alcançou a marca de 19,9 milhões, apresentando um crescimento de 16%.

Em terceiro lugar, ficou a rede social indiana BharatStudent.com, com 4,4 milhões de visitantes, seguido pelo Yahoo Pulse , que tem 3,5 milhões.

Embora ainda no quinto lugar, o Twitter cresceu 239% em relação ao ano passado e contabilizou 3,3 milhões de acessos, indicou a pesquisa.

A liderança em números
Para Asheesh Raina, analista de pesquisas da Gartner, a atual liderança do Facebook na Índia pode ser resultado de uma combinação de fatores, incluindo sua interface intuitiva, a variedade de jogos e a avaliação positiva que ela tem entre os jovens.

“A popularidade em mercados importantes como os Estados Unidos também é provável que tenha influenciado, principalmente entre a juventude”, completou Raina.

“Com o movimento de migração entre as mídias sociais, é provável que haja uma segmentação, com os mais jovens usando principalmente o Facebook, enquanto os usuários com mais idade utilizando o Orkut”, acrescentou Raina.

A pesquisa da comScore analisou visitas a partir de computadores corporativos e caseiros de internautas com mais de 15 anos de idade. Não foi contabilizado o acesso via PCs públicos ou por dispositivos móveis, como smartphones.

No Brasil a penetração do Facebook entre os internautas é de apenas 8%, ou 2,8% da população total, segundo dados do site Facebakers.com. A disparidade em relação ao Orkut é enorme; estima-se que a rede social da Google tenha 26 milhões de usuários no País, ou 68,4% de todos os internautas ativos no país.

Mídias Sociais – O Brasil é o 20.º país em número de usuários no Facebook, com quase 5,5 milhões cadastrados, mas é o 6.º em crescimento. Mais de 700 mil internautas brasileiros aderiram à rede social nos últimos dois meses – um crescimento de 13,45% entre maio e julho. (Fonte – IDG News Service)

Os filhos deverão recorrer também à internet na hora de escolher os presentes do Dia dos Pais, celebrado no próximo dia 8 de agosto. De acordo com a consultoria e-bit, a data deverá ser responsável por uma grande movimentação do comércio online o faturamento obtido com as vendas digitais deverá ser 35% superior ao do ano passado.

Segundo a empresa especializada, o Dia dos Pais deste ano deverá movimentar R$ 590 milhões, um montante bem superior aos R$ 437 milhões gerados em 2009. O valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos (como televisores, MP3 players, DVD’s, etc) e de artigos de informática e acessórios automotivos.

O e-bit acredita que o incremento do comércio online para a compra de produtos de valor mais elevado está ligado também à facilidade de pagamento concedida pelos varejistas online, que costumam oferecer um longo prazo para a quitação dos produtos.

O faturamento do e-commerce no Dia dos Pais vem crescendo anualmente desde 2007, quando o setor passou a ser avaliado pelo e-bit. No primeiro ano da análise, o Dia dos Pais conseguiu movimentar um total de R$ 231 milhões em comércio eletrônico; em 2008, o número ficou em R$ 338 milhões, saltando para R$ 437 milhões em 2009. (Redação – Agência IN)

De acordo com estudo da empresa de segurança Site Blindado, 30% dos internautas citam a falta de confiança como motivo para não comprar na web.

Uma pesquisa da Site Blindado – empresa de segurança para sites – analisou os motivos que levam as pessoas a comprarem ou não pela internet.

O estudo, chamado ‘Perfil da Internet Brasileira’, teve como objetivo desvendar a questão do número de pessoas que confiam no internet banking e fazem transações financeiras pela web, em relação ao número de internautas que compram online.

De acordo com a empresa, o mote principal foi entender porque há 40 milhões de brasileiros que usam internet banking, mas somente 17,6 milhões de e-consumidores.

Realizado com 4 mil internautas entre 18 e 40 anos, o estudo apontou que um dos principais motivos que inibem o consumidor a comprar pela internet, em 30% das situações, é o fator segurança; seguido pelo medo de não receber o produto (18%); possíveis problemas com troca (16%); e consumidores que não querem pagar frete (15%); entre outros. Entre os motivos para comprar, comodidade e acesso 24 horas, com mais de 50% das respostas.

Os fatores que mais ajudam na decisão da primeira compra online são o hábito de acessar extrato bancários e comparar preços em sites, aponta a pesquisa. Experiências de compras de amigos e parentes também são referências para trazer novos usuários para o e-commerce.

Segundo Mauricio Kigiela, diretor da empresa, os sites e-commerce ainda não fazem uma campanha forte junto aos internautas sobre como identificar um portal que permite realizar transações com mais segurança.

“Poucos sistemas de buscas mostram ao e-consumidor sites que oferecem selos de segurança. Por isso, o consumidor precisa saber identificar e conhecer os diferenciais de adquirir produtos por sites protegidos contra hackers e outras formas de roubo de dados”, diz Kigiela. (IDG Now!)

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