17 / 05 / 2012
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Depois de enfrentar algumas turbulências como greve dos correios e crises de confiabilidade, o E-commerce brasileiro conseguiu cumprir suas previsões de vendas neste Natal.

Segundo dados da consultoria e-bit, o faturamento do E-commerce foi de R$ 2,6 bilhões, o que representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro.

O ticket médio diminuiu ficando em R$ 347, frente a R$ 370 no mesmo período de 2010. Já o número de pedidos cresceu 27%, com relação ao ano anterior.

As categorias mais vendidas na data comemorativa foram eletrodomésticos, seguidas por saúde, beleza e medicamentos, informática, moda & acessórios e eletrônicos.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, mais da metade das compras (52%) foram determinadas pelo fator “preço”. A credibilidade foi o segundo item que pesou na hora da compra (17%). Em terceiro, ficou o prazo de entrega (10%).

O ritmo de crescimento das vendas pela web foi maior que o das lojas do mundo real, indica o jornal Folha de S. Paulo. Contudo, mesmo registrando um aumento em torno de 20%, esse percentual poderia ter sido bem maior, já que o Natal de 2010 obteve 40% de crescimento com relação ao de 2009. Essa diminuição se deve principalmente à crise de confiança pelos atrasos nas entregas iniciados já no Natal do ano passado.

Mas com essa experiência, as empresas felizmente souberam reverter seus erros em oportunidades para não perderem de vez a confiança dos seus clientes. Segundo Maurício Vargas, presidente do Reclame Aqui, um levantamento do site mostra que os principais portais conseguiram conter a crise de confiança.

De acordo com a e-bit, a taxa de atrasos na entrega caiu de 17% para 13%, índice elaborado com base em pesquisas enviadas pela e-bit aos consumidores, um dia após o término no prazo de entrega prometido pelas empresas.

Fontes: Convergenciadigital e Baguete

Às vezes uma loja virtual está bem posicionada nos buscadores e o índice de visitas de seu site já está atingindo um patamar relevante, mas a taxa de conversão por outro lado, não está acompanhando o mesmo ritmo de crescimento.

Essa situação pode ocorrer quando existe um impulso muito grande para crescer no E-commerce, mas as questões logísticas não acompanham esse crescimento. Para reverter esse processo é necessário rever alguns pontos fundamentais para melhorar o atendimento e consequentemente melhorar a sua taxa de conversão.

 

• Utilização de fotos e descrições que não condizem com a realidade ou mal definidas

Apresentar produtos na loja virtual com imagens distorcidas ou com descrições que não condizem com a realidade do produto, decepciona o cliente, dando motivos para devoluções, propagandas negativas da sua empresa, ou o que pode ser ainda pior, um processo no órgão de defesa do consumidor.

• Utilização de Depósito Bancário como única forma de pagamento

Além de não dar opções para seus clientes, diante de tantas boas opções existentes no mercado, sua loja ainda irá ficar dependente da confirmação do depósito. O mínimo que uma loja deve oferecer são as principais bandeiras de cartões de crédito e meios de pagamento, do contrário, sua taxa de conversão vai ficar bastante prejudicada.

• Prazos impossíveis de serem cumpridos

Mesmo que seus concorrentes ofereçam prazos menores que o seu, não se complique e sempre coloque prazos que possa cumprir e com margem de segurança para possíveis atrasos. Para conseguir seus prazos de entrega, estabeleça parcerias com fornecedores, contrato com transportadoras, crie estoque físico e acima de tudo, automatize os processos de sua loja virtual.

• Falta de controle de estoque

Quando o estoque não é atualizado e as informações nele contidas estão erradas, prejudicando as negociações, várias causas podem ser percebidas como cliente insatisfeito, diminuição de vendas, perda de credibilidade e acesso perdido às páginas da loja. Uma solução para esse problema seria a integração com sistemas ERP.

• Embalagens mal protegidas facilitando a danificação do produto

Uma loja confiável cuida do produto até o momento em que ele chega às mãos do cliente, portanto, uma boa embalagem, segura e que mantenha o produto em perfeito estado é fundamental para o crescimento do seu negócio.

Fonte: ecommercenews

O segredo do sucesso para o E-commerce atual se resume em uma palavra: Relacionamento. Assim, quando os desejos e necessidades de um consumidor são plenamente satisfeitos, acontece uma relação de afinidade e engajamento por parte do cliente, que compartilha essa experiência com outros usuários, estabelecendo uma relação de confiança em que ambas as partes saem beneficiadas.

Quando uma empresa segue esses princípios na prática, ela se torna referência em seu segmento. Esse é o caso da Farma Delivery, uma empresa que começou pequena e que hoje é uma das marcas mais fortes do mercado no setor de medicamentos e perfumaria, tanto no comércio físico quanto  no eletrônico.

E agora para fortalecer ainda mais essa boa relação com seus clientes, a Farma Delivery lançou o Blog Cuidar da Pele, um canal de relacionamento direcionado às mulheres, que irão encontrar  informações atualizadas sobre produtos de marca, bem como dicas de beleza, saúde e estilo de vida.

Ao acessar o Blog Cuidar da Pele, a cliente obtém informações valiosas sobre os mais variados assuntos que vão desde limpeza, hidratação, antienvelhecimento, celulite, proteção solar, emagrecimento e muito mais.

No Blog Cuidar da Pele é possível interagir com a Farma Delivery, tirar dúvidas sobre os produtos e ainda compartilhar essas experiências com outros usuários. Por exemplo, se você tiver dúvidas sobre a eficácia de um novo creme facial lançado do mercado, poderá verificar a opinião de outros consumidores que utilizaram o produto, assim como também deixar a sua opinião.

Para saber mais sobre o novo Blog da Farma Delivery,  acesse o link Cuidar da Pele e fique por dentro das últimas novidades sobre estética, saúde e bem estar.

O Ibope Media acaba de anunciar uma importante ferramenta para o E-commerce brasileiro. Trata-se do E-tail Report, que tem como objetivo estudar o comportamento dos compradores brasileiros na web.

Com isso será possível obter dados detalhados do fluxo de consumo de loja virtual, incluindo dados como volume de itens mais visualizados nas vitrines, quantidade de produtos adicionados no carrinho pelos clientes, além de saber quantos foram efetivamente comprados.

Dados parciais do E-tail, obtidos em outubro, mostram os cinco setores mais visualizados pelos internautas nas lojas online. Em primeiro lugar, ficou o segmento de eletroeletrônicos, seguido por vestuário e têxtil, cultura (livros, CDs e DVDs), casa e decoração, e informática. Entre o líder, eletroeletrônicos, as categorias mais vistas foram eletrodomésticos, televisão, vídeo e DVD e eletroportáteis para casa.

O E-Tail Report monitora o comércio eletrônico no país por meio de um painel de aproximadamente cinco mil internautas de nove regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília e interiores de São Paulo, sul e sudeste.

Inicialmente, serão coletadas informações dos 25 sites de maior audiência no comércio eletrônico do Brasil, com base nas informações geradas a partir do ranking NetView (serviço de medição de Internet do Ibope Nielsen Online).

Fonte: site idgnowuol

Segundo dados do Ibope Nielsen, o E-commerce registrou um número recorde de 32,305 milhões de usuários no último mês de outubro de 2011, um aumento de 4,57% se comparado ao mês de setembro.

Dentre as categorias de comércio eletrônico mais procuradas pelos internautas está o varejo, que atingiu 27,455 milhões de pessoas, um crescimento de 6,06% se comparado ao mês anterior que registrou um número de 25,886 milhões de internautas.

Em segundo lugar da preferência de acesso dos usuários de internet está o site de Leilões de Classificados, atingindo 19,624 milhões, no mês de setembro o número registrado foi de 18,922 milhões.

Na sequência estão os sites de Cupons/Recompensas e os de Compradores/Shoppings/Guias, atingindo 18,594 milhões e 17,175 milhões de internautas, respectivamente. O crescimento foi de 4,77% e 6,01%, respectivamente, se comparado ao mês de setembro.

Os sites de Gratuitos/Promocionais aparecem em seguida, obtendo 814 mil usuários e outubro e 461 mil em setembro.

Dentre os produtos mais procurados em sites e loja virtual pelos clientes estão os calçados, roupas e acessórios de moda.

Fonte: Site Oficina da Net

Com o ano novo se aproximando já está mais do que na hora de projetarmos nossas estratégias de acordo com as tendências do E-commerce 2012. E as expectativas são as melhores, já que a perspectiva de crescimento para o E-commerce brasileiro deverá chegar aos 30% no próximo ano.

Mas com tantas novidades e alternativas que surgem diariamente no universo do E-commerce é preciso acertar o alvo e saber onde exatamente concentrar o trabalho para não nos perdermos diante de tantas informações e opções. Sendo assim, para facilitar o enfoque nas suas estratégias, iremos listar as principais tendências do E-commerce para 2012, de acordo com o último levantamento do site Ecommercenews:

  • Plataformas de e-commerce: A tendência é de sistemas cada vez mais integrados às mídias sociais. A adaptação das plataformas para os dispositivos móveis também deve ser uma tendência bem marcante, pois é esperado um grande crescimento das compras feitas através destes dispositivos.

  • Social commerce: Esta tendência mundial deverá ganhar um novo impulso. As compras que tem origem no engajamento nas redes sociais tenderão a ganhar uma expressão ainda maior e por isso é importante que os administradores de e-commerce tenham a visão de que o social commerce não é somente criar uma loja virtual no Facebook, mas sim, provocar o engajamento de clientes nas mídias sociais para gerar compras no comércio eletrônico.

  • F-Commerce: O F-Commerce ou comércio eletrônico através do Facebook deverá apresentar um crescimento expressivo no Brasil. Novos aplicativos devem chegar ao mercado, inclusive, muitos deles já incorporados às plataformas de e-commerce, como já vem ocorrendo com a Magento.

  • Tablets no e-commerce: Com o barateamento dos tablets no Brasil, a tendência é que conquistem uma parcela significativa do e-commerce em pouco tempo. No exterior eles já respondem por uma boa parcela das compras e aqui não será diferente. A exigência de que plataformas de e-commerce tenham uma versão para tablets passará a fazer parte de qualquer roteiro para escolha de uma plataforma de e-commerce em 2012.

  • Outlets virtuais: Os sites de compras coletivas tiveram origem na queima de estoques das lojas virtuais americanas e foram um grande sucesso no mundo inteiro. A tendência em 2012 é que as próprias lojas virtuais passem a ter seus outlets para promover grandes liquidações de estoques.

  • Compras coletivas: Tendência a um processo de maior profissionalização dos sites já existentes e o surgimento de novos sites, cada vez mais segmentados e regionalizados.

Penetração do e-commerce atinge 91% dos consumidores brasileiros

Uma nova pesquisa realizada pela Pitney Bowes, intitulada como “Pitney Bowes Global Online Shopping Survey”, entrevistou aproximadamente 10.000 adultos em 10 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA, buscando compreender seus hábitos e preferências na hora de comprar pelo E-commerce.

A pesquisa mostra que o consumo através de canais online já é um hábito mundial. Globalmente, 93% (91% no Brasil) dos consumidores entrevistados já realizaram alguma compra pela rede, com 49% (45% no Brasil) tendo feito alguma aquisição pela internet durante o último mês. Consumidores da Alemanha, Coréia do Sul e Reino Unido são os mais propensos a ter realizado compras online dentre os países inclusos no estudo (98%), seguido de perto pelo Japão (96%). O Canadá é o país com menor penetração do comércio eletrônico, com 82% dos entrevistados relatando ter comprado algum produto em loja virtual através de dispositivos eletrônicos.

Baixo preço lidera preferência dos consumidores

A pesquisa constatou que os consumidores almejam basicamente quatro fatores quando realizam compras em sites de e-commerce: preços competitivos (71%), grande variedade de produtos (42%), processo de checkout simples e baixo custo de transporte e impostos (35%). O preço das mercadorias foi a consideração mais lembrada nos 10 países inclusos no estudo. Especificamente para os brasileiros, o baixo preço (59%) e a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce. Curiosamente, este último fator obteve um índice muito parecido com um estudo divulgado recentemente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em que 54,46% dos paulistanos apontaram a praticidade como o principal diferencial do comércio eletrônico.

Custos de frete é o principal motivo para o abandono do carrinho

No entanto, outras preferências dos consumidores variam conforme o país. Por exemplo: no estudo aparecem diferenças significativas nas razões que influenciam os clientes a abandonar os carrinhos de compra. Altos custos de frete, 67% (53% Brasil), taxas e impostos adicionais para a entrega, 47% (48% Brasil) e tempo de entrega, 39% (45% Brasil) são os fatores mais citados como motivos para não completar uma compra online. Mas estas taxas variam bastante entre as nações. Consumidores dos EUA (83%), Reino Unido (79%) e Japão (78%) são três vezes mais sensíveis aos custos de transporte como motivo para não finalizar uma compra do que os sul-coreanos (25%).

Produtos eletrônicos são os mais populares no Brasil

A pesquisa também se objetivou a descobrir quais produtos os consumidores preferem comprar pela internet em detrimento das lojas físicas. As categorias de produtos com maior percentual de preferência de compra na rede foram livros, vídeos e música, 58% (63% no Brasil) hardware e software, 41% (59% no Brasil) e eletrônicos de consumo, 38% (66% no Brasil). A categoria de vestuário foi a menos popular dentre as opções, com apenas 11% dos brasileiros afirmando preferir comprar produtos do gênero em sites de e-commerce.

Em quase todas as categorias de produtos que aparecem na pesquisa, os consumidores chineses se mostraram mais propensos a comprar pela internet, ao invés de lojas físicas, como itens de vestuário (58%) e calçados (53%) liderando a lista. Apenas em produtos hardware e software (39%) e joias/relógios (16%), a preferência por comprar online foi menor do que em lojas físicas.

Consumidores preferem receber ofertas por e-mail

Quando questionados sobre as suas preferências no recebimento de informações sobre novos produtos, promoções e outras ofertas de varejistas/marcas, 59% dos consumidores globais (e 72% dos brasileiros) optaram para que a comunicação se realizasse via e-mail. 25% (16% no Brasil) preferem o recebimento de informações em catálogos ou por mala direta, indicando que o correio também é um canal muito atrativo para os varejistas online. 4% (1% no Brasil) dos entrevistados gostam de receber as novidades por mensagem de texto (SMS), enquanto 5% dos brasileiros têm predileção por canais de mídia social (Facebook e Twitter).

Olhando para as diferenças no comportamento dos consumidores em todos os países, o Brasil apresentou a maior taxa de preferência para o recebimento de informações/ofertas via e-mail (72%). Consumidores australianos (33%) apresentaram o maior favoritismo pelo recebimento de catálogos e malas diretas, seguidos de perto pelo Canadá (32%), Alemanha (31%) e EUA (30%). Mensagens de texto (SMS) tiveram as maiores taxas de predileção na Coréia do Sul (13%), Japão (12%) e China (9%). Já 11% dos chineses e 5% dos sul-coreanos e brasileiros preferem receber informações por meio de redes sociais.

Fonte: Site E-Commerce News

Na busca por atrair clientes para seus sites, as lojas virtuais valem-se dos mais variados recursos em marketing e estratégia para ganhar a concorrência e melhorar suas taxas de conversão.

Os clientes por sua vez, são atraídos para essas lojas, realizando o objetivo da empresa, mas e depois, como levar o cliente até o final da nossa meta, ou seja, a venda de fato?

Um dos principais motivos de abandono de carrinhos de compra é sem dúvida a questão do frete. Na maioria das vezes, a compra é abandonada justamente nesta etapa, devido ao valor cobrado ser muito maior do que o esperado pelo cliente, ou, na pior das hipóteses, ele encontrou outra loja virtual que vende o mesmo que você, porém oferece frete grátis.

O grande dilema do E-commerce neste ponto é que oferecer frete grátis não é apenas uma questão de agradar ou não o cliente. Por traz disso, existe toda uma logística que precisa ser pensada por parte do empresário para que o benefício do frete grátis ao cliente não se transforme em prejuízos para seu negócio mais tarde, já que o custo para a loja virtual também é muito alto.

Por isso é muito importante encontrar alternativas criativas, mas sensatas para contornar este problema que costuma afetar tanto as taxas de conversão em loja virtual.

Segue abaixo algumas dicas para rever suas estratégias quanto ao frete na sua loja virtual:

  1. Ofereça o frete grátis na medida do possível, não necessariamente para todos os clientes, mas, por exemplo, para os clientes mais próximos do local da sua empresa.
  2. Estipule um valor mínimo de compra que compense o valor do frete, assim você também induz o cliente a gastar um pouco mais do que ele havia programado e ainda favorece o aumento do seu ticket médio.
  3. Ofereça frete grátis em determinados produtos que tenham um custo mais alto, assim também estará favorecendo uma maior rotatividade em produtos de maior valor agregado.
  4. Outra forma de disponibilizar frete grátis aos clientes é desenvolvendo uma política de entrega, onde os consumidores se afiliam ao programa de frete gratuito da loja e ao pagarem um valor determinado, fazem quantas compras quiserem durante o período de um ano, sem arcar com as despesas de entrega. Essa possibilidade visa fidelizar o cliente a negociar sempre com sua loja, afinal ele não pagará o frete.

Fonte: Site Ecommercenews

Dando continuidade ao post anterior, seguem abaixo mais dicas para turbinar a taxa de conversão da sua loja virtual:

6 – Atendimento

Trate bem o cliente, faça com que ele não tenha dúvidas. A entrega no prazo estipulado é importante, mas o avise se isso não for possível. Se importe com o cliente e ele sentirá que não foi esquecido.

7 – Site mais vendedor

Oportunidades atraem clientes. Desse modo, faça promoções e descontos com tempo limitado e, quando possível, ofereça frete grátis. Chame a atenção de seus clientes através dessas estratégias.

Passe a mensagem de que o site é cheio de oportunidades e vantagens, mas que também é atualizado constantemente.

8 – Plataforma

Esteja ligado às tecnologias e possua uma plataforma eficiente. É comum o abandono de sites; se você possuir uma plataforma eficaz, o risco de abandono por parte dos clientes se torna menor.

9 – Design e usabilidade

Apresente um design limpo e claro para os consumidores, não coloque diversas informações no site que tirarão a atenção do cliente focada na compra.

Torne o site usável, o cliente deve achar facilmente, por exemplo, onde estão as informações para contato e onde ele clica para realizar uma compra.

10 – Redes sociais

As redes sociais se tornaram as grandes aliadas de um E-commerce de sucesso. Interaja com seus clientes, conheça seu público-alvo e sempre disponibilize promoções e descontos exclusivos para seus contatos e seguidores nas redes sociais.

11 – Segurança

Tenha uma certificação de segurança para transmitir aos clientes a confiança necessária para eles realizarem uma compra. Mantenha visíveis ícones que demonstrem que a página é segura para transmitir informações como o número do cartão de crédito, por exemplo.

12 – Formas de pagamento

Quanto mais métodos de pagamento existirem, melhor. O cliente gosta de sentir confortável para realizar uma compra, e ter a garantia de que ele terá uma maior liberdade para escolher a forma de pagamento fará com que o cliente volte sempre para a loja.

 

Fonte: E-commerce News

Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) demonstrou que dos 73 milhões de internautas existentes no Brasil, 14 milhões utilizam serviços de E-commerce, representando 19% da população virtual do país.

Baseando-se nesse estudo, a taxa de conversão das lojas virtuais brasileiras chega ao 1% e 2%. Partindo desses resultados, seguem abaixo algumas dicas para melhorar a taxa de conversão da sua loja virtual:

1- Fonte de tráfego

Faça uma seleção do perfil de consumidor que você quer para a sua loja virtual. A partir dessa seleção, conheça o seu público alvo e transite por todos os meios de comunicação que existirem para trazê-los para a sua loja virtual.

2 – Exposição de produtos

Feita a seleção e fidelização dos clientes, o próximo passo é estruturar a exposição dos produtos. São imprescindíveis para transmitir segurança e credibilidade aos clientes: boas descrições de produtos, imagens de qualidade e que correspondam à realidade do produto e um ótimo zoom para visualização das imagens.

Sempre disponibilize o máximo de informações para os clientes.

3 – Concorrência

Fique ligado no preço aplicado pela concorrência, monitore a movimentação do E-commerce através de ferramentas de comparação de preços disponíveis até mesmo para os consumidores. Essa prática de acompanhar e analisar as ações da concorrência auxilia a promover e melhorar o funcionamento da sua loja virtual.

4 – Buscas online

As buscas por informações na loja virtual devem ser quanto mais inteligentes e abrangentes melhor.

Aproximadamente, 40% dos usuários que acessam uma loja virtual já possuem um produto em mente. Desse modo, quanto mais fácil for encontrar um produto, maior será a taxa de conversão.

5 – Acompanhe o cliente

Utilize ferramentas que acompanham os passos do cliente desde o primeiro momento em que ele entra em contato com a loja virtual. Dessa maneira, é possível analisar o comportamento do usuário e aprender com essa análise, promovendo mudanças e atualizações quando necessário.

 

Fonte: E-commerce News

 

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